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2018 é o ano para o Windows 10 sepultar de uma vez o Windows 7

2018 é o ano para o Windows 10 sepultar de uma vez o Windows 7

Com imponentes 87% de quota de mercado, a Microsoft tem um enorme poder para conduzir da forma que deseja o Windows, e é evidente que sempre quando há uma nova versão disponível o que a gigante de Redmond mais almeja é que sua base instalada cresça  vertiginosamente.

Tirando casos isolados como apego a uma determinada versão ou até mesmo a necessidade de ter que utilizar um SO antigo (até o Pentágono utiliza, o Windows 95) para rodar determinados softwares, o caminho natural dos usuários é abrir passagem para a edição corrente, que receberá todas as novidades do momento em termos de tecnologia.

Com o Windows 10, lançado em 2015, a Microsoft determinou metas bem ousadas, como alcançar 1 bilhão de instalações até 2018. Intenção que foi logo deixada de lado em 2016, com a Microsoft admitindo que foi um erro mirar tão alto assim.

Até o momento o sistema está na casa das 600 milhões de instalações. Quanto mais instalações, sejam elas por migração ou pela aquisição de novos dispositivos que já saem de fábrica com o SO, o objetivo de assumir a ponta como a versão mais utilizada vai se aproximando.

O queridinho Windows 7, que tem uma grande quantidade de adoradores à lá Windows XP, ainda é o líder de mercado, com uma quota de 42,39%, de acordo com dados da NetMarketShare. Porém a Microsoft vem fechando o cerco para ele, como o fim do ciclo de vida utíl, entrando na fase de suporte estendido, liberando apenas updates na esfera de segurança, e privando esse sistema lançado em 2009, de novos produtos do ecossistema da companhia, como o Office 2019, que chegará ao mercado no segundo semestre de 2018 e estará disponível apenas para aqueles que utilizam o Windows 10.

Logo em seguida, aparece o Windows 10, com quota de mercado de 34.29%. A margem de diferença entre o Windows 7 e o Windows 10 já é de 8 pontos – a menor diferença desde o lançamento do Windows 10.

Cada empresa lida de forma diferente nesse ponto das análises, enquanto a NetMarketShare ainda destaca um pequeno trajeto que o Windows 10 terá que percorrer para tomar de vez a liderança do Windows 7, a StatCounter, frisa que o Windows 10 já ultrapassou (Windows 10 com 42,78% e Windows 7 com 41,86%). Independente do método, é questão de meses para que em todas as medições o Windows 10 que tem a seu favor a Cortana, o Edge, o DirectX12, entre outras coisas, se consolide na liderança.

Além das tecnologias exclusivas e suporte a novos dispositivo, como os headsets de realidade mista, a Microsoft tenta angariar novos usuários com um discurso meio de alerta a um dos problemas mais recorrentes no mundo da segurança da informação – os ataques por ransomware. Esse malware tem a característica de encriptar dados da vítima e pedir um valor de resgate para que o acesso seja liberado.

Em uma publicação no blog da Microsoft no início de janeiro, Tanmay Ganacharya, gerente principal do grupo de investigação do Windows Defender, ressaltou que de junho a novembro os dispositivos com Windows 7 foram cerca de 3 a 4 vezes mais suscetíveis a ataques por ransomware, quando comparado com o Windows 10.

Essa declaração corrobora com um levantamento divulgado ano passado pela empresa de segurança Kaspersky Lab, destacando que 98% dos computadores infectados pelo já lendário ransomware WannaCry rodavam o Windows 7.

Gostando ou não do Windows 10, a Microsoft tem tantas formas de dificultar a vida daqueles que não querem migrar, que permanecer com um SO como o Windows 7 os coloca como sobreviventes de uma ilha deserta sem nenhuma perspectiva de sobrevivência.


Themetf